Arquivo de Artigos

DRAMA SECO

03/12/2010 20:26
  DRAMA SECO Carlos Drummond de Andrade O noivo desmanchou o casamento. Que será da noiva – toma hábito ou se consagra à renda de bilro para sempre? Tranca-se ao jeito das viúvas trágicas. O...

ALÉM DA TERRA, ALÉM DO CÉU

03/12/2010 20:25
ALÉM DA TERRA, ALÉM DO CÉU Carlos Drummond de Andrade Além da Terra, além do Céu,  no trampolim do sem-fim das estrelas,  no rastro dos astros,  na magnólia das nebulosas.  Além,...

SONETO DA FIDELIDADE

03/12/2010 20:19
  SONETO DA FIDELIDADE Vinícius de Morais De tudo, meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero...

SONETO DE SEPARAÇÃO

03/12/2010 20:16
  SONETO DE SEPARAÇÃO Vinícius de Morais De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto. De repente...

POEMA ENJOADINHO

03/12/2010 20:13
POEMA ENJOADINHO Vinícius de Morais Filhos...Filhos? Melhor não tê-los! Mas se não os temos Como sabê-lo? Se não os temos Que de consulta Quanto silêncio Como o...

POEMA DOS OLHOS DA AMADA

03/12/2010 20:12
POEMA DOS OLHOS DA AMADA Vinícius de Morais Ó minha amada Que olhos os teus São cais noturnos Cheios de adeus São docas mansas Trilhando luzes Que brilham longe ...

Vinícius de Morais

03/12/2010 20:09
O POETA E A LUA Vinícius de Morais Em meio a um cristal de ecos O poeta vai pela rua Seus olhos verdes de éter Abrem cavernas na lua. A lua volta de flanco Eriçada de luxúria O poeta, aloucado e branco Palpa as nádegas da lua. Entre as esfera nitentes Tremeluzem pelos fulvos O poeta, de olhar...

A Lucidez Perigosa

03/12/2010 19:48
  A Lucidez Perigosa Clarice Lispector Estou sentindo uma clareza tão grande  que me anula como pessoa atual e comum:  é uma lucidez vazia, como explicar?  assim como um cálculo matemático...

MORRO DO QUE HÁ NO MUNDO

03/12/2010 19:42
  MORRO DO QUE HÁ NO MUNDO Cecília Meireles Morro do que há no mundo: do que vi, do que ouvi. Morro do que vivi. Morro comigo, apenas: com lembranças amadas, porém desesperadas. ...

REPAREI QUE A POEIRA SE MISTURAVA ÀS NUVENS

03/12/2010 19:41
REPAREI QUE A POEIRA SE MISTURAVA ÀS NUVENS Cecília Meireles Reparei que a poeira se misturava às nuvens, e, sem pôr o ouvido na terra,  senti a pressa dos que chegavam. Disse-me de repente: "Eis que o...
Itens: 11 - 20 de 30
<< 1 | 2 | 3 >>

English French German Spain Italian Dutch
Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
By Ferramentas Blog _________________________________________